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	<title>Silvio Cerceau 4.0 &#124; Blog</title>
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		<title>Falta do que jogou fora</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 21:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrines Da Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Dedicava-se integralmente a ele, sem reserva alguma. Desde que o conheceu seu mundo parou naquela estação. Estação ilusão. No começo como sempre tudo fora maravilha. Os beijos&#8230; Os abraços&#8230; Os carinhos&#8230; As carícias&#8230; Os inéditos toques. Horas lindas. E se amavam intensamente. Luiza tinha tantas qualidades, além da beleza, da família distinta, também era uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Dedicava-se integralmente a ele, sem reserva alguma.<br />
Desde que o conheceu seu mundo parou naquela estação.<br />
Estação ilusão.<span id="more-1938"></span><br />
No começo como sempre tudo fora maravilha.<br />
Os beijos&#8230;<br />
Os abraços&#8230;<br />
Os carinhos&#8230;<br />
As carícias&#8230;<br />
Os inéditos toques.<br />
Horas lindas.<br />
E se amavam intensamente.<br />
Luiza tinha tantas qualidades, além da beleza, da família distinta, também era uma mulher sincera e dedicada.<br />
Cresceu centrada nos valores importante para ser um humano bom.<br />
Mas, Daniel não tinha bom coração.<br />
Mesmo com toda dedicação, deixava que o tesão vencesse sua fidelidade, e quase sempre estava envolvido com uma aventureira de cama.<br />
Com perfeição exercia seu ato.<br />
Toda mentira um dia é desvendada pelas curvas do destino e Luiza ao saber tudo que o amado fazia, largou-o sem pensar duas vezes.<br />
Tinha amor próprio.<br />
Partiu sem olhar para trás, mesmo com imensa dor.<br />
Agora, Daniel, parado, fica a pensar uma maneira de conquistá-la de novo.<br />
Somente ilusão para afagar a falta do amor que jogou fora.<br />
Descoberta que lhe causou imenso arrependimento.</p>
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Desde que o conheceu seu mundo parou naquela estação.
Estação ilusão.
No começo como sempre tudo fora maravilha.
Os beijos&#8230;
Os abraços&#8230;
Os carinhos&#8230;
As carícias&#8230;
Os inéditos toques.
Horas lindas.
E se amavam intensamente.
Luiza tinha tantas qualidades, além da beleza, da família distinta, também era uma mulher sincera e dedicada.
Cresceu centrada nos valores importante para ser um humano bom.
Mas, Daniel não tinha bom coração.
Mesmo com toda dedicação, deixava que o tesão vencesse sua fidelidade, e quase sempre estava envolvido com uma aventureira de cama.
Com perfeição exercia seu ato.
Toda mentira um dia é desvendada pelas curvas do destino e Luiza ao saber tudo que o amado fazia, largou-o sem pensar duas vezes.
Tinha amor próprio.
Partiu sem olhar para trás, mesmo com imensa dor.
Agora, Daniel, parado, fica a pensar uma maneira de conquistá-la de novo.
Somente ilusão para afagar a falta do amor que jogou fora.
Descoberta que lhe causou imenso arrependimento.
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		<title>Nem que fosse paixão</title>
		<link>http://blog.silviocerceau.com.br/vitrines-da-vida/nem-que-fosse-paixao/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 19:15:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrines Da Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Desiludida pelo último amor tinha o olhar opaco. Pela desilusão. Pela solidão. Por não acreditar que poderia ser despertada outra vez pelo sentimento nem que fosse da paixão. O coração batia forte no peito na longa espera. Mas se negava a olhar para alguém com outras intenções. Tinha receio. Receio da ansiedade causada quando se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Desiludida pelo último amor tinha o olhar opaco.<br />
Pela desilusão.<br />
Pela solidão.<span id="more-1935"></span><br />
Por não acreditar que poderia ser despertada outra vez pelo sentimento nem que fosse da paixão.<br />
O coração batia forte no peito na longa espera.<br />
Mas se negava a olhar para alguém com outras intenções.<br />
Tinha receio.<br />
Receio da ansiedade causada quando se conhece alguém.<br />
Receio da saudade sentida nas horas distantes.<br />
Isolou-se no seu mundo tão singelo de sentimento.<br />
Ia de casa para o serviço e vice-versa.<br />
Tão cedo para tal decisão, pois tem apenas vinte e três anos, embora tivera três devastadores parceiros, o primeiro a traiu com o melhor amigo, era bi; o segundo vivia um casamento feliz e simplesmente a usava; o terceiro não valia nada, mulherengo, traidor.<br />
Hoje sabe que é difícil olhar um homem com os olhos do coração.<br />
Tantas vezes ouviu que a amava tanto.<br />
Foram tantos gestos falsos de carinhos.<br />
Hoje resta a amarga recordação.<br />
Pudera, esquecer tantas coisas que um dia lhe falaram e hoje talvez nem se lembrem mais.<br />
Vive uma alegria triste.<br />
Mora com a família, pais e dois irmãos quase da mesma idade. Pele bege, corpo bem distribuído, cabelos bem tratados, os traços da sua face são perfeitos, tantos rapazes a olham com desejo, mas pra ela tudo é calmaria.<br />
Sabe que o amor é tipo o outono que as folhas caem no final de tudo.<br />
Tudo perde a cor, dias nublados.<br />
Enfim prefere a solidão.<br />
E as estações vão passando&#8230;<br />
Seu coração vai se acalmando e se conformando com sua escolha.</p>
<form id="vozme_form_1305b767d7f2358570cc2cd53a6ef85c" method="post" name="vozme_form_1305b767d7f2358570cc2cd53a6ef85c" target="1305b767d7f2358570cc2cd53a6ef85c" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="Nem que fosse paixão.. Desiludida pelo último amor tinha o olhar opaco.
Pela desilusão.
Pela solidão.
Por não acreditar que poderia ser despertada outra vez pelo sentimento nem que fosse da paixão.
O coração batia forte no peito na longa espera.
Mas se negava a olhar para alguém com outras intenções.
Tinha receio.
Receio da ansiedade causada quando se conhece alguém.
Receio da saudade sentida nas horas distantes.
Isolou-se no seu mundo tão singelo de sentimento.
Ia de casa para o serviço e vice-versa.
Tão cedo para tal decisão, pois tem apenas vinte e três anos, embora tivera três devastadores parceiros, o primeiro a traiu com o melhor amigo, era bi; o segundo vivia um casamento feliz e simplesmente a usava; o terceiro não valia nada, mulherengo, traidor.
Hoje sabe que é difícil olhar um homem com os olhos do coração.
Tantas vezes ouviu que a amava tanto.
Foram tantos gestos falsos de carinhos.
Hoje resta a amarga recordação.
Pudera, esquecer tantas coisas que um dia lhe falaram e hoje talvez nem se lembrem mais.
Vive uma alegria triste.
Mora com a família, pais e dois irmãos quase da mesma idade. Pele bege, corpo bem distribuído, cabelos bem tratados, os traços da sua face são perfeitos, tantos rapazes a olham com desejo, mas pra ela tudo é calmaria.
Sabe que o amor é tipo o outono que as folhas caem no final de tudo.
Tudo perde a cor, dias nublados.
Enfim prefere a solidão.
E as estações vão passando&#8230;
Seu coração vai se acalmando e se conformando com sua escolha.
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		<title>Descontrolada vida</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 13:55:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrines Da Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoa falsa. Faz-se de vítima para viver. Devido à viuvez é comiserada por todos. E isso se tornou seu escudo. Uma pessoa tão ruim e negativa que seus pensamentos negros são como nuvens carregadas em dias de tempestade. Vive a sofrer. Sempre tentando ser o que não é. Quer ser uma madame, mas passa tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pessoa falsa.<br />
Faz-se de vítima para viver.<br />
Devido à viuvez é comiserada por todos.<span id="more-1929"></span><br />
E isso se tornou seu escudo.<br />
Uma pessoa tão ruim e negativa que seus pensamentos negros são como nuvens carregadas em dias de tempestade.<br />
Vive a sofrer.<br />
Sempre tentando ser o que não é. Quer ser uma madame, mas passa tão longe de tal status, a sua cara de menos favorecida denuncia.<br />
Dinheiro é seu almejo o tempo todo, portanto vive correndo atrás dele ano após ano.<br />
Até tem uma boa renda, mas devido as suas atitudes oportunistas, seus valores nunca dão pra nada. Nem sabe com o que gastou o que ganhou.<br />
Ela finge não saber o motivo de seu padecer, pois bem cada um sabe muito bem de si.<br />
Das falhas&#8230;<br />
Dos erros&#8230;<br />
Dos acertos.<br />
Das atitudes puras ou impuras&#8230;<br />
De uma ação sem pretensão.<br />
Fingir que não sabe não resolverá seu dilema, o melhor seria se ela se olhasse no espelho, e olhasse para dentro de si sem ficar detrás da cortina, assim talvez pudesse mudar verdadeiramente.<br />
Algo quase impossível para alguém como ela.<br />
Mulher insegura&#8230;<br />
Mentirosa&#8230; sozinha&#8230; e isolada no seu mundo de ilusões.<br />
Já tem cinquenta anos&#8230;<br />
Com a família não tem afeto.<br />
O marido o suportou somente pelo bem que ele tinha, um imóvel num bairro bom da cidade. Agora vive esperando seus sonhos se realizarem.<br />
Vive apreciando as vitrines das lojas dos shoppings.<br />
Vive jogando na loteria.<br />
Vive desejando ser rica.<br />
Definitivamente é uma pessoa materialista, dessas que engana pra obter seus quereres, e assim vai levando sua descontrolada vida de fracasso.</p>
<form id="vozme_form_ff8658a7406b6548c873c780b4a64586" method="post" name="vozme_form_ff8658a7406b6548c873c780b4a64586" target="ff8658a7406b6548c873c780b4a64586" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="Descontrolada vida.. Pessoa falsa.
Faz-se de vítima para viver.
Devido à viuvez é comiserada por todos.
E isso se tornou seu escudo.
Uma pessoa tão ruim e negativa que seus pensamentos negros são como nuvens carregadas em dias de tempestade.
Vive a sofrer.
Sempre tentando ser o que não é. Quer ser uma madame, mas passa tão longe de tal status, a sua cara de menos favorecida denuncia.
Dinheiro é seu almejo o tempo todo, portanto vive correndo atrás dele ano após ano.
Até tem uma boa renda, mas devido as suas atitudes oportunistas, seus valores nunca dão pra nada. Nem sabe com o que gastou o que ganhou.
Ela finge não saber o motivo de seu padecer, pois bem cada um sabe muito bem de si.
Das falhas&#8230;
Dos erros&#8230;
Dos acertos.
Das atitudes puras ou impuras&#8230;
De uma ação sem pretensão.
Fingir que não sabe não resolverá seu dilema, o melhor seria se ela se olhasse no espelho, e olhasse para dentro de si sem ficar detrás da cortina, assim talvez pudesse mudar verdadeiramente.
Algo quase impossível para alguém como ela.
Mulher insegura&#8230;
Mentirosa&#8230; sozinha&#8230; e isolada no seu mundo de ilusões.
Já tem cinquenta anos&#8230;
Com a família não tem afeto.
O marido o suportou somente pelo bem que ele tinha, um imóvel num bairro bom da cidade. Agora vive esperando seus sonhos se realizarem.
Vive apreciando as vitrines das lojas dos shoppings.
Vive jogando na loteria.
Vive desejando ser rica.
Definitivamente é uma pessoa materialista, dessas que engana pra obter seus quereres, e assim vai levando sua descontrolada vida de fracasso.
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		<title>Outra vez</title>
		<link>http://blog.silviocerceau.com.br/especial/outra-vez-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 22:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.silviocerceau.com.br/?p=1926</guid>
		<description><![CDATA[Você foi O maior dos meus casos De todos os abraços O que eu nunca esqueci Você foi! Dos amores que eu tive O mais complicado E o mais simples pra mim&#8230; Você foi O melhor dos meus erros A mais estranha história Que alguém já escreveu E é por essas e outras Que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você foi<br />
O maior dos meus casos<br />
De todos os abraços<br />
O que eu nunca esqueci<span id="more-1926"></span><br />
Você foi!<br />
Dos amores que eu tive<br />
O mais complicado<br />
E o mais simples pra mim&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Você foi<br />
O melhor dos meus erros<br />
A mais estranha história<br />
Que alguém já escreveu<br />
E é por essas e outras<br />
Que a minha saudade<br />
Faz lembrar<br />
De tudo outra vez&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Você foi<br />
A mentira sincera<br />
Brincadeira mais séria<br />
Que me aconteceu<br />
Você foi!<br />
O caso mais antigo<br />
E o amor mais amigo<br />
Que me apareceu&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Das lembranças<br />
Que eu trago na vida<br />
Você é a saudade<br />
Que eu gosto de ter<br />
Só assim<br />
Sinto você bem perto de mim<br />
Outra vez&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Me esqueci!<br />
De tentar te esquecer<br />
Resolvi!<br />
Te querer, por querer<br />
Decidi te lembrar<br />
Quantas vezes<br />
Eu tenha vontade<br />
Sem nada perder&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">(Isolda)</p>
<form id="vozme_form_b9cc8ab1e02e59fb49d24895602115af" method="post" name="vozme_form_b9cc8ab1e02e59fb49d24895602115af" target="b9cc8ab1e02e59fb49d24895602115af" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="Outra vez.. Você foi
O maior dos meus casos
De todos os abraços
O que eu nunca esqueci
Você foi!
Dos amores que eu tive
O mais complicado
E o mais simples pra mim&#8230;
Você foi
O melhor dos meus erros
A mais estranha história
Que alguém já escreveu
E é por essas e outras
Que a minha saudade
Faz lembrar
De tudo outra vez&#8230;
Você foi
A mentira sincera
Brincadeira mais séria
Que me aconteceu
Você foi!
O caso mais antigo
E o amor mais amigo
Que me apareceu&#8230;
Das lembranças
Que eu trago na vida
Você é a saudade
Que eu gosto de ter
Só assim
Sinto você bem perto de mim
Outra vez&#8230;
Me esqueci!
De tentar te esquecer
Resolvi!
Te querer, por querer
Decidi te lembrar
Quantas vezes
Eu tenha vontade
Sem nada perder&#8230;

(Isolda)
" /><input name="lang" type="hidden" value="pt" /><input name="gn" type="hidden" value="ml" /><input type="hidden" id="interface" name="interface" value="full" />
			<div style="text-align:left;">
			
				<input style="float:left;" type="image" width="40" height="40" src="http://blog.silviocerceau.com.br/wp-content/plugins/vozme/img/megaphone40x40w.gif" alt="Ouça este post" onclick="window.open('', 'b9cc8ab1e02e59fb49d24895602115af', 'width=600,height=370,scrollbars=yes,location=yes,menubar=yes,resizable=yes,status=yes,toolbar=yes');">
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			</div></form>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sem preço</title>
		<link>http://blog.silviocerceau.com.br/vitrines-da-vida/sem-preco/</link>
		<comments>http://blog.silviocerceau.com.br/vitrines-da-vida/sem-preco/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 16:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrines Da Vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.silviocerceau.com.br/?p=1923</guid>
		<description><![CDATA[Fora tão formoso. De família abalizada. Boa aparência. Bem educado. Quase um príncipe. Como todo adolescente vivia suas aventuras e descobertas. Gostava de surf, skate, natação, ciclismo e uma boa academia. Suas amizades eram saudáveis, e saudáveis até demais. Passara no vestibular – iria cursar Veterinária, pois amava os animais, via neles a maior pureza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fora tão formoso.<br />
De família abalizada.<br />
Boa aparência. Bem educado. Quase um príncipe.<span id="more-1923"></span><br />
Como todo adolescente vivia suas aventuras e descobertas.<br />
Gostava de surf, skate, natação, ciclismo e uma boa academia.<br />
Suas amizades eram saudáveis, e saudáveis até demais.<br />
Passara no vestibular – iria cursar Veterinária, pois amava os animais, via neles a maior pureza do mundo.<br />
Com dezoito anos sonhava tantas coisas.<br />
Planejava uma família.<br />
Almejava a chegada do amor ainda não sentido.<br />
Nos finais de semana ia para um sitio num condomínio fechado desfrutar a natureza e as coisas boas feitas pela avó.<br />
Foram tantos momentos belos, momentos bons.<br />
Além de algumas cidades do país conhecera também a Disneylândia, Londres e Paris.<br />
Seu viver foi interrompido inesperadamente.<br />
Em um atropelamento por alguém inconsequente, que nem socorro lhe prestou.<br />
Os sonhos foram jogados pelo chão e a tristeza bateu na porta do coração de sua família e de seus amigos.<br />
Resta-os esperar que a justiça dos homens seja feita. Que tenha uma punição justa o motorista do carro.<br />
Indenização nem pensam em pedir, afinal há certas coisas que não tem preço.<br />
E a vida é uma delas.</p>
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De família abalizada.
Boa aparência. Bem educado. Quase um príncipe.
Como todo adolescente vivia suas aventuras e descobertas.
Gostava de surf, skate, natação, ciclismo e uma boa academia.
Suas amizades eram saudáveis, e saudáveis até demais.
Passara no vestibular – iria cursar Veterinária, pois amava os animais, via neles a maior pureza do mundo.
Com dezoito anos sonhava tantas coisas.
Planejava uma família.
Almejava a chegada do amor ainda não sentido.
Nos finais de semana ia para um sitio num condomínio fechado desfrutar a natureza e as coisas boas feitas pela avó.
Foram tantos momentos belos, momentos bons.
Além de algumas cidades do país conhecera também a Disneylândia, Londres e Paris.
Seu viver foi interrompido inesperadamente.
Em um atropelamento por alguém inconsequente, que nem socorro lhe prestou.
Os sonhos foram jogados pelo chão e a tristeza bateu na porta do coração de sua família e de seus amigos.
Resta-os esperar que a justiça dos homens seja feita. Que tenha uma punição justa o motorista do carro.
Indenização nem pensam em pedir, afinal há certas coisas que não tem preço.
E a vida é uma delas.
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		<title>Liberdade roubada</title>
		<link>http://blog.silviocerceau.com.br/vitrines-da-vida/liberdade-roubada/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 21:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrines Da Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Com tudo se atormentava. E nunca se preocupou com a saúde. Bebia demais, fumava em exagero, comia o que devia e o que não podia. E os anos foram passando. Após, 4.0 tudo se copilou em um AVC. Acordou cedo como sempre e foi preparar o café, quando pegou o caneco, caiu no chão, ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com tudo se atormentava.<br />
E nunca se preocupou com a saúde. Bebia demais, fumava em exagero, comia o que devia e o que não podia.<br />
E os anos foram passando.<span id="more-1921"></span><br />
Após, 4.0 tudo se copilou em um AVC.<br />
Acordou cedo como sempre e foi preparar o café, quando pegou o caneco, caiu no chão, ainda consciente percebeu o lado esquerdo morto.<br />
Tentou chamar alguém, mas a língua não permitiu, pois estava embolada.<br />
Em poucos minutos já não sentia mais nada do pescoço pra baixo.<br />
Parecia ter e ser somente aquela cabeça.<br />
Seria um sonho.<br />
Ouvia vozes, e homens de branco e verde andando de um lado para outro.<br />
Alguém forçou sua boca e a abriu e enfiou em sua garganta algum comprimido.<br />
Colocaram-na em coma induzido, a fim de controlar seu corpo.<br />
E o tempo passou&#8230;<br />
Um mês,<br />
Um ano&#8230;<br />
Ela continuava inerte olhando para o nada.<br />
Queria morrer, seria mais ideal do que depender dos outros para tudo.<br />
A rotina começava cedo – por estranhos.<br />
Davam-lhe banho e o dia seguia entre alimentação, medicamentos, troca de fraldas.<br />
Queria expressar como desejava e precisava morrer.<br />
Quisera ter o direito de morrer com dignidade.<br />
E o tempo se tornou seu maior inimigo&#8230; e fazia ficar mais distante sua imagem saudável. Fitando-o com atenção nem parecia estar diante da mesma pessoa de alguns anos.<br />
E sua forma de morte passou a possuir seu pensamento dia e noite, mas não tinha nenhum movimento, sequer poderia se livrar do corpo morto.<br />
A morte seria seu alívio.<br />
A morte seria o passaporte para sua liberdade, liberdade roubada.</p>
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E nunca se preocupou com a saúde. Bebia demais, fumava em exagero, comia o que devia e o que não podia.
E os anos foram passando.
Após, 4.0 tudo se copilou em um AVC.
Acordou cedo como sempre e foi preparar o café, quando pegou o caneco, caiu no chão, ainda consciente percebeu o lado esquerdo morto.
Tentou chamar alguém, mas a língua não permitiu, pois estava embolada.
Em poucos minutos já não sentia mais nada do pescoço pra baixo.
Parecia ter e ser somente aquela cabeça.
Seria um sonho.
Ouvia vozes, e homens de branco e verde andando de um lado para outro.
Alguém forçou sua boca e a abriu e enfiou em sua garganta algum comprimido.
Colocaram-na em coma induzido, a fim de controlar seu corpo.
E o tempo passou&#8230;
Um mês,
Um ano&#8230;
Ela continuava inerte olhando para o nada.
Queria morrer, seria mais ideal do que depender dos outros para tudo.
A rotina começava cedo – por estranhos.
Davam-lhe banho e o dia seguia entre alimentação, medicamentos, troca de fraldas.
Queria expressar como desejava e precisava morrer.
Quisera ter o direito de morrer com dignidade.
E o tempo se tornou seu maior inimigo&#8230; e fazia ficar mais distante sua imagem saudável. Fitando-o com atenção nem parecia estar diante da mesma pessoa de alguns anos.
E sua forma de morte passou a possuir seu pensamento dia e noite, mas não tinha nenhum movimento, sequer poderia se livrar do corpo morto.
A morte seria seu alívio.
A morte seria o passaporte para sua liberdade, liberdade roubada.
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		<title>Falando com o leitor</title>
		<link>http://blog.silviocerceau.com.br/olaleitor/falando-com-o-leitor-4/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 23:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Olá Leitor...]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, Amigo leitor, Tudo bem com você. E já estamos no meio do inverno, estação nostálgica &#8211; a que mais aprecio, a que mais me inspira. Espero que tenham gostado do romance Pretérito Mais Que Perfeito. Hoje não vou postar conto novo, então sugiro que leia uns dos 192 já postados. Ah, tem também as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Amigo leitor,</p>
<p>Tudo bem com você.<br />
E já estamos no meio do inverno, estação nostálgica &#8211; a que mais aprecio, a que mais me inspira.<span id="more-1914"></span><br />
Espero que tenham gostado do romance Pretérito Mais Que Perfeito.<br />
Hoje não vou postar conto novo, então sugiro que leia uns dos 192 já postados.<br />
Ah, tem também as poesias, as mensagens e a categória especial.</p>
<p>Boa leitura! Ler está na moda&#8230;</p>
<p>Abraços e até a próxima.</p>
<form id="vozme_form_2d9ec32b78617a89dd78597ea841406b" method="post" name="vozme_form_2d9ec32b78617a89dd78597ea841406b" target="2d9ec32b78617a89dd78597ea841406b" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="Falando com o leitor.. Olá, Amigo leitor,
Tudo bem com você.
E já estamos no meio do inverno, estação nostálgica &#8211; a que mais aprecio, a que mais me inspira.
Espero que tenham gostado do romance Pretérito Mais Que Perfeito.
Hoje não vou postar conto novo, então sugiro que leia uns dos 192 já postados.
Ah, tem também as poesias, as mensagens e a categória especial.
Boa leitura! Ler está na moda&#8230;
Abraços e até a próxima.
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		<title>Em seus braços</title>
		<link>http://blog.silviocerceau.com.br/vitrines-da-vida/em-seus-bracos/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 21:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrines Da Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[O tempo tem passado depressa demais e temos tentado por tanto tempo falar às coisas que queríamos dizer. No inverno frio e nas noites que arrastam na penumbra do desgaste do amor. Os sentimentos não se mostram frágeis. E não há de tentar se explicar de forma convincente, como se nada estivesse acontecendo. Todos nós [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O tempo tem passado depressa demais e temos tentado por tanto tempo falar às coisas que queríamos dizer.<br />
No inverno frio e nas noites que arrastam na penumbra do desgaste do amor.<span id="more-1910"></span><br />
Os sentimentos não se mostram frágeis.<br />
E não há de tentar se explicar de forma convincente, como se nada estivesse acontecendo.<br />
Todos nós temos sentimentos, e precisamos de amor.<br />
E quem seria tolo o bastante pra dizer que nunca amou e nem quer amar?<br />
Descobri que preciso que me aconchegue em seus braços&#8230;<br />
Para que eu me sinta melhor e vença essa tempestade dos meus conflitos internos.<br />
Pois todos nós temos problemas, nós temos medos, mesmo sabendo – sempre haverá um jeito quem sabe é só você me abraçar, me tocar para eu me sentir liberto.<br />
Para me fazer sentir do jeito que você sabe que eu preciso sentir.<br />
Não podemos deixar o tempo nos vencer.<br />
Deixar o tempo enterrar nosso melancólico sentimento, outrora vivo e necessário.<br />
E para isso preciso somente estar em seus braços.</p>
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No inverno frio e nas noites que arrastam na penumbra do desgaste do amor.
Os sentimentos não se mostram frágeis.
E não há de tentar se explicar de forma convincente, como se nada estivesse acontecendo.
Todos nós temos sentimentos, e precisamos de amor.
E quem seria tolo o bastante pra dizer que nunca amou e nem quer amar?
Descobri que preciso que me aconchegue em seus braços&#8230;
Para que eu me sinta melhor e vença essa tempestade dos meus conflitos internos.
Pois todos nós temos problemas, nós temos medos, mesmo sabendo – sempre haverá um jeito quem sabe é só você me abraçar, me tocar para eu me sentir liberto.
Para me fazer sentir do jeito que você sabe que eu preciso sentir.
Não podemos deixar o tempo nos vencer.
Deixar o tempo enterrar nosso melancólico sentimento, outrora vivo e necessário.
E para isso preciso somente estar em seus braços.
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		<title>O recado</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 17:44:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrines Da Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[E ela já estava extremamente irritada. Todos os dias, acontecia, a mesma coisa, pela manhã no canto de seu muro estava cheio de lixo, latas de refrigerante e cerveja, embalagens vazias de salgados, balas&#8230; Sem alternativa pegava a vassoura e a pá e recolhia impacientemente o lixo deixado por alguém sem censo. O tempo passou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">E ela já estava extremamente irritada.<br />
Todos os dias, acontecia, a mesma coisa, pela manhã no canto de seu muro estava cheio de lixo, latas de refrigerante e cerveja, embalagens vazias de salgados, balas&#8230;<span id="more-1901"></span><br />
Sem alternativa pegava a vassoura e a pá e recolhia impacientemente o lixo deixado por alguém sem censo.<br />
O tempo passou e a labuta matinal se repetia.<br />
Naquele dia após limpar tudo, foi para o computador e escreveu um recado para o praticante de tal ato.<br />
“Você que deixa todos os dias lixo no canto do meu muro, deve ser um PORCO, pois existem tantas lixeiras aqui na rua, mas você insiste em sujar meu território.<br />
É por causa de pessoas como você que o planeta está acabando.<br />
Já que não tem jeito, vou deixar no seu chiqueirrimo uma sacola para que guarde a sua sujeira, espero que assim, eu esteja o ajudando.<br />
Se você colocar seus detritos ai, já é um bom começo.<br />
Você não acha?”<br />
Agora restava esperar o dia seguinte&#8230;<br />
Na expectativa de que o fulano lesse o bilhete e colaborasse.<br />
Passando neste local e não me contendo de curiosidade, aproximei-me  daquela sacola pendurada na grade do muro, e acima a folha de papel.<br />
Fico imaginando quem será este individuo e o porquê de fazer coisas que ferem e invadem o espaço do outro, assim como ela espero que o bilhete seja lido e o pedido acatado.</p>
<form id="vozme_form_53c70406102ea2e35978b17258122952" method="post" name="vozme_form_53c70406102ea2e35978b17258122952" target="53c70406102ea2e35978b17258122952" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="O recado.. E ela já estava extremamente irritada.
Todos os dias, acontecia, a mesma coisa, pela manhã no canto de seu muro estava cheio de lixo, latas de refrigerante e cerveja, embalagens vazias de salgados, balas&#8230;
Sem alternativa pegava a vassoura e a pá e recolhia impacientemente o lixo deixado por alguém sem censo.
O tempo passou e a labuta matinal se repetia.
Naquele dia após limpar tudo, foi para o computador e escreveu um recado para o praticante de tal ato.
“Você que deixa todos os dias lixo no canto do meu muro, deve ser um PORCO, pois existem tantas lixeiras aqui na rua, mas você insiste em sujar meu território.
É por causa de pessoas como você que o planeta está acabando.
Já que não tem jeito, vou deixar no seu chiqueirrimo uma sacola para que guarde a sua sujeira, espero que assim, eu esteja o ajudando.
Se você colocar seus detritos ai, já é um bom começo.
Você não acha?”
Agora restava esperar o dia seguinte&#8230;
Na expectativa de que o fulano lesse o bilhete e colaborasse.
Passando neste local e não me contendo de curiosidade, aproximei-me  daquela sacola pendurada na grade do muro, e acima a folha de papel.
Fico imaginando quem será este individuo e o porquê de fazer coisas que ferem e invadem o espaço do outro, assim como ela espero que o bilhete seja lido e o pedido acatado.
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		<title>No silêncio da solidão</title>
		<link>http://blog.silviocerceau.com.br/vitrines-da-vida/no-silencio-da-solidao/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 18:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrines Da Vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.silviocerceau.com.br/?p=1897</guid>
		<description><![CDATA[No momento em que se ama alguém tudo se torna mais perfeito. Mas com Elisa foi tudo diferente, o amor lhe trouxe tormento. No começo amou-o com tanta dedicação, se entregou sem se preocupar em saber de fato quem era. Foram tantas viagens românticas, tantos jantares perfeitos, tantas carícias exageradas, sem pudor algum e isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No momento em que se ama alguém tudo se torna mais perfeito.<br />
Mas com Elisa foi tudo diferente, o amor lhe trouxe tormento.<br />
No começo amou-o com tanta dedicação, se entregou sem se preocupar em saber de fato quem era.<span id="more-1897"></span><br />
Foram tantas viagens românticas, tantos jantares perfeitos, tantas carícias exageradas, sem pudor algum e isso o fazia muito bem, realizava com ela as fantasias que tinha vergonha de realizar com a esposa.<br />
Em menos de três meses o fogo começou a se apagar – tipo vela de pavio curto.<br />
As novidades foram perdendo a magia.<br />
Beijos sem sabor&#8230;<br />
Sexo somente por obrigação.<br />
A grande decadência de um relacionamento precipitado.<br />
A separação causou a Elisa uma dor aguda.<br />
Sofreu tanto.<br />
Lágrimas de amor&#8230;<br />
Mas não podia chorar por toda a vida.<br />
Mulher bem cuidada, com menos de vinte e cinco anos, os olhos pareciam duas safiras, a pele um perfeito pêssego. De família sofisticada, quem diria que um dia iria se submeter a escravidão de um amor.<br />
Corria atrás dele feito cão sem dono.<br />
Quanto desamor.<br />
Muitas vezes, cometia escândalos depois de beber duplas doses de uísque, e pranteava igual criança abandonada.<br />
As amigas tentavam consolá-la, mas de nada adiantava, pois bêbada nem tinha noção do que ocorreria ao seu redor&#8230;<br />
&#8230; Queria somente sentir o cheiro e peso de seu amor.<br />
As lágrimas tentavam suprira a dor.<br />
Depois de perceber que não tinha mais jeito foi se entendendo com a tristeza.<br />
Acordava oca&#8230;<br />
Acordava sem disposição alguma&#8230;<br />
Nem se alimentava.<br />
Calou-se no seu mundo tão impar.<br />
O silêncio virou um escudo, seu escudo.<br />
E, assim, se manteve por muitos anos.<br />
A esperança é que Elisa encontre um novo amor, encontre uma razão para viver.<br />
Que Elisa olhe ao redor, que respire profundamente e entenda –  as perdas, também, fazem parte da vida, porém ela continua lá trancada no silêncio da solidão.</p>
<form id="vozme_form_61e71f44ee7981b795cc72b1d70a6062" method="post" name="vozme_form_61e71f44ee7981b795cc72b1d70a6062" target="61e71f44ee7981b795cc72b1d70a6062" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="No silêncio da solidão.. No momento em que se ama alguém tudo se torna mais perfeito.
Mas com Elisa foi tudo diferente, o amor lhe trouxe tormento.
No começo amou-o com tanta dedicação, se entregou sem se preocupar em saber de fato quem era.
Foram tantas viagens românticas, tantos jantares perfeitos, tantas carícias exageradas, sem pudor algum e isso o fazia muito bem, realizava com ela as fantasias que tinha vergonha de realizar com a esposa.
Em menos de três meses o fogo começou a se apagar – tipo vela de pavio curto.
As novidades foram perdendo a magia.
Beijos sem sabor&#8230;
Sexo somente por obrigação.
A grande decadência de um relacionamento precipitado.
A separação causou a Elisa uma dor aguda.
Sofreu tanto.
Lágrimas de amor&#8230;
Mas não podia chorar por toda a vida.
Mulher bem cuidada, com menos de vinte e cinco anos, os olhos pareciam duas safiras, a pele um perfeito pêssego. De família sofisticada, quem diria que um dia iria se submeter a escravidão de um amor.
Corria atrás dele feito cão sem dono.
Quanto desamor.
Muitas vezes, cometia escândalos depois de beber duplas doses de uísque, e pranteava igual criança abandonada.
As amigas tentavam consolá-la, mas de nada adiantava, pois bêbada nem tinha noção do que ocorreria ao seu redor&#8230;
&#8230; Queria somente sentir o cheiro e peso de seu amor.
As lágrimas tentavam suprira a dor.
Depois de perceber que não tinha mais jeito foi se entendendo com a tristeza.
Acordava oca&#8230;
Acordava sem disposição alguma&#8230;
Nem se alimentava.
Calou-se no seu mundo tão impar.
O silêncio virou um escudo, seu escudo.
E, assim, se manteve por muitos anos.
A esperança é que Elisa encontre um novo amor, encontre uma razão para viver.
Que Elisa olhe ao redor, que respire profundamente e entenda –  as perdas, também, fazem parte da vida, porém ela continua lá trancada no silêncio da solidão.
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		<title>Como eu te amo</title>
		<link>http://blog.silviocerceau.com.br/especial/como-eu-te-amo/</link>
		<comments>http://blog.silviocerceau.com.br/especial/como-eu-te-amo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 15:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>

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		<description><![CDATA[Como eu te amo! Não sei como explicar tudo que sinto Mas eu te amo E tudo é tão bonito nesse amor Quando eu te encontrei Você sorriu e o meu coração Não pode resistir tanta emoção A luz do amor iluminando a gente Como eu te amo! São as páginas mais lindas de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como eu te amo!<br />
Não sei como explicar tudo que sinto<br />
Mas eu te amo<br />
E tudo é tão bonito nesse amor<span id="more-1895"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu te encontrei<br />
Você sorriu e o meu coração<br />
Não pode resistir tanta emoção<br />
A luz do amor iluminando a gente</p>
<p style="text-align: justify;">Como eu te amo!<br />
São as páginas mais lindas de um romance<br />
Mas eu te amo<br />
E penso em você a todo instante</p>
<p style="text-align: justify;">Junto de você<br />
Eu aprendi o que é ser feliz<br />
E agora o meu coração me diz<br />
Que vai ser sempre mais daqui pra diante</p>
<p style="text-align: justify;">Como eu te amo!<br />
Só mesmo amando assim é que se pode compreender<br />
Que tudo é tão bonito<br />
Que é difícil de dizer<br />
As coisas lindas que esse amor nos traz</p>
<p style="text-align: justify;">Como eu te amo!<br />
Não sei se existe alguém que amou alguém<br />
Assim um dia<br />
Você pra mim é tudo, é minha paz<br />
Minha alegria<br />
E você sabe bem como eu te amo</p>
<p style="text-align: justify;">Como eu te amo!<br />
Só mesmo amando assim é que se pode compreender<br />
Que tudo é tão bonito<br />
Que é difícil de dizer<br />
As coisas lindas que esse amor nos traz&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">(Roberto Carlos)</p>
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Não sei como explicar tudo que sinto
Mas eu te amo
E tudo é tão bonito nesse amor
Quando eu te encontrei
Você sorriu e o meu coração
Não pode resistir tanta emoção
A luz do amor iluminando a gente
Como eu te amo!
São as páginas mais lindas de um romance
Mas eu te amo
E penso em você a todo instante
Junto de você
Eu aprendi o que é ser feliz
E agora o meu coração me diz
Que vai ser sempre mais daqui pra diante
Como eu te amo!
Só mesmo amando assim é que se pode compreender
Que tudo é tão bonito
Que é difícil de dizer
As coisas lindas que esse amor nos traz
Como eu te amo!
Não sei se existe alguém que amou alguém
Assim um dia
Você pra mim é tudo, é minha paz
Minha alegria
E você sabe bem como eu te amo
Como eu te amo!
Só mesmo amando assim é que se pode compreender
Que tudo é tão bonito
Que é difícil de dizer
As coisas lindas que esse amor nos traz&#8230;
(Roberto Carlos)
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		<title>No seu mundo de ilusões</title>
		<link>http://blog.silviocerceau.com.br/vitrines-da-vida/no-seu-mundo-de-ilusoes/</link>
		<comments>http://blog.silviocerceau.com.br/vitrines-da-vida/no-seu-mundo-de-ilusoes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 21:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrines Da Vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.silviocerceau.com.br/?p=1893</guid>
		<description><![CDATA[Foi tão feliz junto contigo. Hoje resta a saudade, ao passar nos lugares em que passavam juntos. Ao escutar as mesmas canções que escutavam juntos. Alguma coisa sempre faz lembra-lo. Hoje sente sua falta. Nem consegue descrever como dói tudo o que sente. Confessa que tenta esquecê-lo. Beija outras bocas. Aconchega em outros braços. Turisma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Foi tão feliz junto contigo.<br />
Hoje resta a saudade, ao passar nos lugares em que passavam juntos.<br />
Ao escutar as mesmas canções que escutavam juntos.<span id="more-1893"></span><br />
Alguma coisa sempre faz lembra-lo.<br />
Hoje sente sua falta.<br />
Nem consegue descrever como dói tudo o que sente.<br />
Confessa que tenta esquecê-lo.<br />
Beija outras bocas.<br />
Aconchega em outros braços.<br />
Turisma em outras camas, porém nada resolve, nada supre o vazio que apossa de sua vida.<br />
“O melhor é se isolar” – decidiu.<br />
Tenta a todo momento distrair-se com outras coisas, e em alguns momentos até consegue.<br />
Seu sentimento é tão real, por isso vive a amá-lo e a querê-lo mais e mais.<br />
As pessoas não entendem o mundo que ela vive.<br />
Mundo de sonho.<br />
Mundo de ilusão.<br />
Naquele instante, no escuro de sua sala, no silêncio do sentimento mudo, caminhou até a estante, pegou um CD, inseriu no home theater. A seguir quebrou algumas pedras de gelo com o instrumento, jogou no copo e derramou uma longa dose de uísque.<br />
Relembrar lhe fazia bem.<br />
Coisa do coração – fazer a pessoa acreditar que nasceu para amar somente um único alguém.<br />
O melhor é nem tentar entender, Karem decidiu assim, guardou tudo que vivera com aquele homem lá fundo de sua alma.<br />
Com trinta e poucos anos, é uma mulher atraente, empresária no ramo alimentício, sua marca tem franquias em todo o país.<br />
“O melhor é viver assim no meu mundo seguro, sei que nada mudou, o tempo vai passando, vejo seu olhos em cada olhar, seu rosto perdido na multidão. Sei que você não é mais tudo que um dia eu quis.” – pensa já inebriada pela bebida.<br />
Sozinha caminha até a janela, lá fora a cidade está viva.<br />
Pessoas indo e vindo, no entanto, em alguns dias para Karen seu mundo é mais seguro.<br />
Mais um verão passou.<br />
O que sabe é que nada mudou.<br />
Pudera fingir que o tempo não passou sem perder o jeito de viver.<br />
Continua ainda na longa espera.</p>
<form id="vozme_form_0b36fd32b2fd217afa4b549598c9585f" method="post" name="vozme_form_0b36fd32b2fd217afa4b549598c9585f" target="0b36fd32b2fd217afa4b549598c9585f" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="No seu mundo de ilusões.. Foi tão feliz junto contigo.
Hoje resta a saudade, ao passar nos lugares em que passavam juntos.
Ao escutar as mesmas canções que escutavam juntos.
Alguma coisa sempre faz lembra-lo.
Hoje sente sua falta.
Nem consegue descrever como dói tudo o que sente.
Confessa que tenta esquecê-lo.
Beija outras bocas.
Aconchega em outros braços.
Turisma em outras camas, porém nada resolve, nada supre o vazio que apossa de sua vida.
“O melhor é se isolar” – decidiu.
Tenta a todo momento distrair-se com outras coisas, e em alguns momentos até consegue.
Seu sentimento é tão real, por isso vive a amá-lo e a querê-lo mais e mais.
As pessoas não entendem o mundo que ela vive.
Mundo de sonho.
Mundo de ilusão.
Naquele instante, no escuro de sua sala, no silêncio do sentimento mudo, caminhou até a estante, pegou um CD, inseriu no home theater. A seguir quebrou algumas pedras de gelo com o instrumento, jogou no copo e derramou uma longa dose de uísque.
Relembrar lhe fazia bem.
Coisa do coração – fazer a pessoa acreditar que nasceu para amar somente um único alguém.
O melhor é nem tentar entender, Karem decidiu assim, guardou tudo que vivera com aquele homem lá fundo de sua alma.
Com trinta e poucos anos, é uma mulher atraente, empresária no ramo alimentício, sua marca tem franquias em todo o país.
“O melhor é viver assim no meu mundo seguro, sei que nada mudou, o tempo vai passando, vejo seu olhos em cada olhar, seu rosto perdido na multidão. Sei que você não é mais tudo que um dia eu quis.” – pensa já inebriada pela bebida.
Sozinha caminha até a janela, lá fora a cidade está viva.
Pessoas indo e vindo, no entanto, em alguns dias para Karen seu mundo é mais seguro.
Mais um verão passou.
O que sabe é que nada mudou.
Pudera fingir que o tempo não passou sem perder o jeito de viver.
Continua ainda na longa espera.
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		<title>Falando com o Leitor</title>
		<link>http://blog.silviocerceau.com.br/olaleitor/falando-com-o-leitor-3/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 01:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Olá Leitor...]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, Amigo Leitor, Tudo bem com você? Espero que estejam gostando do blog&#8230; Os contos&#8230; Os romances&#8230; E as novidades no dias impares. Enfim é isso. Vamos nos falando por aqui. Forte abraço a todos e até a próxima! Ouçaeste post]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá, Amigo Leitor,</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo bem com você?<br />
Espero que estejam gostando do blog&#8230;<span id="more-1891"></span><br />
Os contos&#8230;<br />
Os romances&#8230;<br />
E as novidades no dias impares.<br />
Enfim é isso.<br />
Vamos nos falando por aqui.<br />
Forte abraço a todos e até a próxima!</p>
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Tudo bem com você?
Espero que estejam gostando do blog&#8230;
Os contos&#8230;
Os romances&#8230;
E as novidades no dias impares.
Enfim é isso.
Vamos nos falando por aqui.
Forte abraço a todos e até a próxima!
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		<title>Então é isso</title>
		<link>http://blog.silviocerceau.com.br/vitrines-da-vida/entao-e-isso/</link>
		<comments>http://blog.silviocerceau.com.br/vitrines-da-vida/entao-e-isso/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 23:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrines Da Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada dia sentia um novo toque. Gostava que fosse assim, preferia. Tudo era depressa. Seu olhar dizia tudo. Não podia ser considerada uma prostituta, porque prostituta cobra e ela fazia gratuitamente, por puro prazer. Apenas seu parceiro chegava ao êxtase. Ela sentia um prazer sem medida ao contemplar o gozo da caça. Colecionava “as ficadas” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Cada dia sentia um novo toque. Gostava que fosse assim, preferia.<br />
Tudo era depressa.<br />
Seu olhar dizia tudo.<span id="more-1886"></span><br />
Não podia ser considerada uma prostituta, porque prostituta cobra e ela fazia gratuitamente, por puro prazer.<br />
Apenas seu parceiro chegava ao êxtase.<br />
Ela sentia um prazer sem medida ao contemplar o gozo da caça.<br />
Colecionava “as ficadas” diárias. Com vinte e poucos anos, já havia realizado quase mil homens.<br />
Dayse desde a adolescência percebeu que sua beleza era excessiva demais.<br />
Pele clara, cabelos ondulados até o ombro, coloridos de um tom chocolate, cor que fazia um belo par com seus olhos meigos e azuis.<br />
Sua boca, perversa, os fazia imaginarem tantas coisas.<br />
Era de todos&#8230;<br />
Dilacerou corações.<br />
Quantos pedidos de casamento.<br />
Quantas declarações de amor.<br />
Quantas lágrimas perdidas nos lenços da vida.<br />
“E então é isso<br />
como você disse que seria<br />
A vida corre fácil pra mim<br />
A maioria das vezes<br />
E então é isso<br />
A história mais curta<br />
Sem amor, sem glória<br />
Sem herói no céu dela<br />
Não consigo tirar meus olhos de você”<br />
Fixou nessas palavras enquanto o ato se consumia. Sentiu a pele quente e macia, a boca se entregou e beijou-o como nunca ocorrera.<br />
Fazia amor e não sexo&#8230; mesmo sem querer.<br />
Aquele homem lhe causou tantas sensações inéditas.<br />
“E então é isso<br />
Como você falou que deveria ser<br />
Nós dois esqueceremos a brisa<br />
A maioria das vezes<br />
E então é isso<br />
A água gelada<br />
A filha do vento<br />
A aluna rejeitada”<br />
Ele partiu na mesma noite, quando mais queria que ficasse, assim como fizera com tantas pessoas, Dayse ficou ali, parada, deitada, sentindo-se usada, com um gosto de quero mais no corpo, na alma e no coração.<br />
Alguns meses depois se casaram.<br />
Dayse mudou o seu viver, percebeu que a vida murcha como as rosas, que o tempo desliza e leva todo passado.<br />
Resta um vazio.</p>
<form id="vozme_form_0f673d7545765da402fe291519b51299" method="post" name="vozme_form_0f673d7545765da402fe291519b51299" target="0f673d7545765da402fe291519b51299" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="Então é isso.. Cada dia sentia um novo toque. Gostava que fosse assim, preferia.
Tudo era depressa.
Seu olhar dizia tudo.
Não podia ser considerada uma prostituta, porque prostituta cobra e ela fazia gratuitamente, por puro prazer.
Apenas seu parceiro chegava ao êxtase.
Ela sentia um prazer sem medida ao contemplar o gozo da caça.
Colecionava “as ficadas” diárias. Com vinte e poucos anos, já havia realizado quase mil homens.
Dayse desde a adolescência percebeu que sua beleza era excessiva demais.
Pele clara, cabelos ondulados até o ombro, coloridos de um tom chocolate, cor que fazia um belo par com seus olhos meigos e azuis.
Sua boca, perversa, os fazia imaginarem tantas coisas.
Era de todos&#8230;
Dilacerou corações.
Quantos pedidos de casamento.
Quantas declarações de amor.
Quantas lágrimas perdidas nos lenços da vida.
“E então é isso
como você disse que seria
A vida corre fácil pra mim
A maioria das vezes
E então é isso
A história mais curta
Sem amor, sem glória
Sem herói no céu dela
Não consigo tirar meus olhos de você”
Fixou nessas palavras enquanto o ato se consumia. Sentiu a pele quente e macia, a boca se entregou e beijou-o como nunca ocorrera.
Fazia amor e não sexo&#8230; mesmo sem querer.
Aquele homem lhe causou tantas sensações inéditas.
“E então é isso
Como você falou que deveria ser
Nós dois esqueceremos a brisa
A maioria das vezes
E então é isso
A água gelada
A filha do vento
A aluna rejeitada”
Ele partiu na mesma noite, quando mais queria que ficasse, assim como fizera com tantas pessoas, Dayse ficou ali, parada, deitada, sentindo-se usada, com um gosto de quero mais no corpo, na alma e no coração.
Alguns meses depois se casaram.
Dayse mudou o seu viver, percebeu que a vida murcha como as rosas, que o tempo desliza e leva todo passado.
Resta um vazio.
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		<title>No frio do seu quarto</title>
		<link>http://blog.silviocerceau.com.br/vitrines-da-vida/no-frio-do-seu-quarto/</link>
		<comments>http://blog.silviocerceau.com.br/vitrines-da-vida/no-frio-do-seu-quarto/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Jul 2010 21:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrines Da Vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.silviocerceau.com.br/?p=1884</guid>
		<description><![CDATA[E ela falava bem, até demais. Convencia a todos de sua falsa bondade. Bispa de uma forte igreja espalhada por todo o país. Passava uma imagem aguda e segura, mas no frio do seu quarto se afundava em tristeza. Vivia a base de medicamentos, tomava mais de seis tipos de antidepressivos, porém sua amargura não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">E ela falava bem, até demais.<br />
Convencia a todos de sua falsa bondade.<br />
Bispa de uma forte igreja espalhada por todo o país.<span id="more-1884"></span><br />
Passava uma imagem aguda e segura, mas no frio do seu quarto se afundava em tristeza. Vivia a base de medicamentos, tomava mais de seis tipos de antidepressivos, porém sua amargura não cessava por nada neste mundo.<br />
Amargura fruto das suas mentiras.<br />
Amargura fruto do uso indevido do nome de Deus.<br />
E quantos fazem isso insanamente?<br />
No altar, maquiada e vestida luxuosamente, ela surgia causando admiração&#8230;<br />
Tudo ilusão.<br />
Pregava bem a palavra da bíblia.<br />
Convencia os fiéis a darem tudo.<br />
Figura marcante, escudo do esposo do mesmo nível.<br />
Seus podres foram descobertos e rechearam as manchetes dos jornais em todo o mundo.<br />
Ficara detida por um tempo.<br />
E os frequentes de sua igreja manifestaram indignados – diziam ser coisa do mal.<br />
Após seis meses a celebridade voltou.<br />
Mesmo sendo sua imagem somente uma farsa.<br />
Considerada a maior ministra de louvor do planeta terra.<br />
Em um importante programa de TV mostrou, seu falso sorriso, vitoriosa.<br />
Segue livre.<br />
Segue enganando os bobos da corte.<br />
Segue sob efeito de remédios.<br />
Sua vida é mais que um problema, é questão de segurança pública, pois sua liberdade significa a falência de milhares e milhares de pessoas que vivem em busca de um conforto maior dentro das ditas igrejas.</p>
<form id="vozme_form_c7e76f466073498366bf6744704fc45d" method="post" name="vozme_form_c7e76f466073498366bf6744704fc45d" target="c7e76f466073498366bf6744704fc45d" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="No frio do seu quarto.. E ela falava bem, até demais.
Convencia a todos de sua falsa bondade.
Bispa de uma forte igreja espalhada por todo o país.
Passava uma imagem aguda e segura, mas no frio do seu quarto se afundava em tristeza. Vivia a base de medicamentos, tomava mais de seis tipos de antidepressivos, porém sua amargura não cessava por nada neste mundo.
Amargura fruto das suas mentiras.
Amargura fruto do uso indevido do nome de Deus.
E quantos fazem isso insanamente?
No altar, maquiada e vestida luxuosamente, ela surgia causando admiração&#8230;
Tudo ilusão.
Pregava bem a palavra da bíblia.
Convencia os fiéis a darem tudo.
Figura marcante, escudo do esposo do mesmo nível.
Seus podres foram descobertos e rechearam as manchetes dos jornais em todo o mundo.
Ficara detida por um tempo.
E os frequentes de sua igreja manifestaram indignados – diziam ser coisa do mal.
Após seis meses a celebridade voltou.
Mesmo sendo sua imagem somente uma farsa.
Considerada a maior ministra de louvor do planeta terra.
Em um importante programa de TV mostrou, seu falso sorriso, vitoriosa.
Segue livre.
Segue enganando os bobos da corte.
Segue sob efeito de remédios.
Sua vida é mais que um problema, é questão de segurança pública, pois sua liberdade significa a falência de milhares e milhares de pessoas que vivem em busca de um conforto maior dentro das ditas igrejas.
" /><input name="lang" type="hidden" value="pt" /><input name="gn" type="hidden" value="ml" /><input type="hidden" id="interface" name="interface" value="full" />
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				<input style="float:left;" type="image" width="40" height="40" src="http://blog.silviocerceau.com.br/wp-content/plugins/vozme/img/megaphone40x40w.gif" alt="Ouça este post" onclick="window.open('', 'c7e76f466073498366bf6744704fc45d', 'width=600,height=370,scrollbars=yes,location=yes,menubar=yes,resizable=yes,status=yes,toolbar=yes');">
				<div style="margin-left:48px; text-align:left;"><a style="font-size:12px;" href="javascript:void(0);" onclick="window.open('', 'c7e76f466073498366bf6744704fc45d', 'width=600,height=370,scrollbars=yes,location=yes,menubar=yes,resizable=yes,status=yes,toolbar=yes'); document.getElementById('vozme_form_c7e76f466073498366bf6744704fc45d').submit();">Ouça<br/>este post</a></div>
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		<title>O não lembrar</title>
		<link>http://blog.silviocerceau.com.br/vitrines-da-vida/o-nao-lembrar/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 22:35:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrines Da Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[E quisera ter a receita de esquecer as coisas que fazem mal. O amor que machuca ao acabar. A morte que chega inesperadamente e bate na porta da saudade. Quanto sofrimento, algumas lembranças, causa. Lamentava a cada dia suas demandas. Lamentou quando a mãe se foi. Lamentou pelas vezes que algo saiu diferente do que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">E quisera ter a receita de esquecer as coisas que fazem mal.<br />
O amor que machuca ao acabar.<br />
A morte que chega inesperadamente e bate na porta da saudade.<span id="more-1882"></span><br />
Quanto sofrimento, algumas lembranças, causa.<br />
Lamentava a cada dia suas demandas.<br />
Lamentou quando a mãe se foi.<br />
Lamentou pelas vezes que algo saiu diferente do que planejou.<br />
Foram lágrimas e mais lágrimas.<br />
Ao conhecer Nathan tudo mudou.<br />
Ele parecia um antídoto contra os, mais fortes, venenos da vida.<br />
Em seus braços sentia paz.<br />
Em seu sorriso encontrava a esperança.<br />
Na sua cama o dia seguinte tornara-se um convite inexplicável e impossível dizer não.<br />
Viviam as mais puras descobertas do amor.<br />
Beijos&#8230;<br />
Abraços&#8230;<br />
Carinhos&#8230;<br />
E carícias.<br />
Um desejo na alma&#8230;<br />
Um desejo profundo.<br />
A razão do viver pode estar ao lado, sem mais, nem menos.<br />
Nathan a fez não se lembrar das curvas da desilusão.<br />
O não lembrar a fez tão.<br />
Amnésia necessária em tantas ocasiões.<br />
Agora, ela se encontra em total harmonia.<br />
Hoje consegue sorrir.</p>
<form id="vozme_form_86155bc0956dbf0029716b5ab1309267" method="post" name="vozme_form_86155bc0956dbf0029716b5ab1309267" target="86155bc0956dbf0029716b5ab1309267" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="O não lembrar.. E quisera ter a receita de esquecer as coisas que fazem mal.
O amor que machuca ao acabar.
A morte que chega inesperadamente e bate na porta da saudade.
Quanto sofrimento, algumas lembranças, causa.
Lamentava a cada dia suas demandas.
Lamentou quando a mãe se foi.
Lamentou pelas vezes que algo saiu diferente do que planejou.
Foram lágrimas e mais lágrimas.
Ao conhecer Nathan tudo mudou.
Ele parecia um antídoto contra os, mais fortes, venenos da vida.
Em seus braços sentia paz.
Em seu sorriso encontrava a esperança.
Na sua cama o dia seguinte tornara-se um convite inexplicável e impossível dizer não.
Viviam as mais puras descobertas do amor.
Beijos&#8230;
Abraços&#8230;
Carinhos&#8230;
E carícias.
Um desejo na alma&#8230;
Um desejo profundo.
A razão do viver pode estar ao lado, sem mais, nem menos.
Nathan a fez não se lembrar das curvas da desilusão.
O não lembrar a fez tão.
Amnésia necessária em tantas ocasiões.
Agora, ela se encontra em total harmonia.
Hoje consegue sorrir.
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		<title>Durante aquela noite cálida</title>
		<link>http://blog.silviocerceau.com.br/vitrines-da-vida/durante-aquela-noite-calida/</link>
		<comments>http://blog.silviocerceau.com.br/vitrines-da-vida/durante-aquela-noite-calida/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 11:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrines Da Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Tornou-se uma pedra em seu sapato. Depois de tanto amor sentido, nada restou a não ser a vontade de sumi-la do mundo. E foi o que fez. A presa tinha que ser chamada discretamente para o local do ritual – a morte. Conheceram-se após um grande evento do qual ele participava. Homem atraente, de profissão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tornou-se uma pedra em seu sapato.<br />
Depois de tanto amor sentido, nada restou a não ser a vontade de sumi-la do mundo.<br />
E foi o que fez.<span id="more-1878"></span><br />
A presa tinha que ser chamada discretamente para o local do ritual – a morte.<br />
Conheceram-se após um grande evento do qual ele participava. Homem atraente, de profissão de ênfase na sociedade, sempre preenchia as páginas das revistas e dos jornais de grande circulação.<br />
Logo, estavam dentro um sofisticado motel.<br />
Saboreavam todo prazer oferecido pela atração dos corpos.<br />
Ela se entregou totalmente e o ato se repetiu muitas vezes durante aquela noite cálida e nos seis meses seguintes.<br />
Depois de alguns dias, sem se encontrar, ela telefona para informar sua felicidade – pois, estava grávida.<br />
E mais de um ano se passou.<br />
Tornaram-se amantes.<br />
Amantes abrasadores&#8230;<br />
Amantes perversos.<br />
Ele já completara quase seis anos de casamento, mas essa amante lhe trouxe sensações inéditas na cama.<br />
Mantinha as duas relações – o perfeito casamento – e o trágico caso extraconjugal.<br />
Porém, existem, certas coisas que não podemos domar e a artimanha do destino é uma.<br />
A amante perdeu todo controle e começou a pressioná-lo a dar uma boa pensão para o filho e também assumi-la, já que a tinha há dois anos, pra que manter o casamento? O que não tinha conhecimento que no casamento ele era feliz demais.<br />
A amante foi somente um passatempo, algo para satisfazer o instinto masculino. Uma transa diferente para sentir-se melhor e ter papo diante dos amigos.<br />
Levou para um sítio com algumas pessoas de confiança.<br />
Depois de usá-la pela última vez, entregou-a a eles.<br />
Foi abusada.<br />
Foi surrada.<br />
Foi morta.<br />
E ele continua destaque nas colunas dos jornais, no entanto na coluna policial como suspeito do desaparecimento da amante.</p>
<form id="vozme_form_2507a7838e103377c6a695e318377bb7" method="post" name="vozme_form_2507a7838e103377c6a695e318377bb7" target="2507a7838e103377c6a695e318377bb7" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="Durante aquela noite cálida.. Tornou-se uma pedra em seu sapato.
Depois de tanto amor sentido, nada restou a não ser a vontade de sumi-la do mundo.
E foi o que fez.
A presa tinha que ser chamada discretamente para o local do ritual – a morte.
Conheceram-se após um grande evento do qual ele participava. Homem atraente, de profissão de ênfase na sociedade, sempre preenchia as páginas das revistas e dos jornais de grande circulação.
Logo, estavam dentro um sofisticado motel.
Saboreavam todo prazer oferecido pela atração dos corpos.
Ela se entregou totalmente e o ato se repetiu muitas vezes durante aquela noite cálida e nos seis meses seguintes.
Depois de alguns dias, sem se encontrar, ela telefona para informar sua felicidade – pois, estava grávida.
E mais de um ano se passou.
Tornaram-se amantes.
Amantes abrasadores&#8230;
Amantes perversos.
Ele já completara quase seis anos de casamento, mas essa amante lhe trouxe sensações inéditas na cama.
Mantinha as duas relações – o perfeito casamento – e o trágico caso extraconjugal.
Porém, existem, certas coisas que não podemos domar e a artimanha do destino é uma.
A amante perdeu todo controle e começou a pressioná-lo a dar uma boa pensão para o filho e também assumi-la, já que a tinha há dois anos, pra que manter o casamento? O que não tinha conhecimento que no casamento ele era feliz demais.
A amante foi somente um passatempo, algo para satisfazer o instinto masculino. Uma transa diferente para sentir-se melhor e ter papo diante dos amigos.
Levou para um sítio com algumas pessoas de confiança.
Depois de usá-la pela última vez, entregou-a a eles.
Foi abusada.
Foi surrada.
Foi morta.
E ele continua destaque nas colunas dos jornais, no entanto na coluna policial como suspeito do desaparecimento da amante.
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				<div style="margin-left:48px; text-align:left;"><a style="font-size:12px;" href="javascript:void(0);" onclick="window.open('', '2507a7838e103377c6a695e318377bb7', 'width=600,height=370,scrollbars=yes,location=yes,menubar=yes,resizable=yes,status=yes,toolbar=yes'); document.getElementById('vozme_form_2507a7838e103377c6a695e318377bb7').submit();">Ouça<br/>este post</a></div>
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		<title>Lançamento do romance Pretérito Mais Que Perfeito</title>
		<link>http://blog.silviocerceau.com.br/olaleitor/lancamento-do-romance-preterito-mais-que-perfeito/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 19:31:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Olá Leitor...]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá meus amigos leitores, Tudo bem com vocês? Missão cumprida! Está disponível para vocês o romance Pretérito Mais Que Perfeito.A A obra ficará disponível em e-book para download gratuito Uma história de amor e conflitos que o surpreenderá do começo ao fim. Marina, Alan, Tyler, Luiza, Greg&#8230; Enredam essa história em mostra-nos o resultado da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá meus amigos leitores,<span id="more-1875"></span></p>
<p>Tudo bem com vocês?<br />
Missão cumprida! Está disponível para vocês o romance Pretérito Mais Que Perfeito.A<br />
A obra ficará disponível em e-book para download gratuito<br />
Uma história de amor e conflitos que o surpreenderá do começo ao fim.<br />
Marina, Alan, Tyler,<br />
Luiza, Greg&#8230;<br />
Enredam essa história em mostra-nos o resultado da solidão, da insegurança.<br />
Espero que gostem!<br />
Boa leitura a todos e até a próxima.</p>
<form id="vozme_form_cd7414fdcb4e6fd203eae224d9aa5df7" method="post" name="vozme_form_cd7414fdcb4e6fd203eae224d9aa5df7" target="cd7414fdcb4e6fd203eae224d9aa5df7" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="Lançamento do romance Pretérito Mais Que Perfeito.. Olá meus amigos leitores,
Tudo bem com vocês?
Missão cumprida! Está disponível para vocês o romance Pretérito Mais Que Perfeito.A
A obra ficará disponível em e-book para download gratuito
Uma história de amor e conflitos que o surpreenderá do começo ao fim.
Marina, Alan, Tyler,
Luiza, Greg&#8230;
Enredam essa história em mostra-nos o resultado da solidão, da insegurança.
Espero que gostem!
Boa leitura a todos e até a próxima.
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				<div style="margin-left:48px; text-align:left;"><a style="font-size:12px;" href="javascript:void(0);" onclick="window.open('', 'cd7414fdcb4e6fd203eae224d9aa5df7', 'width=600,height=370,scrollbars=yes,location=yes,menubar=yes,resizable=yes,status=yes,toolbar=yes'); document.getElementById('vozme_form_cd7414fdcb4e6fd203eae224d9aa5df7').submit();">Ouça<br/>este post</a></div>
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		<title>Conheça meus e-books</title>
		<link>http://blog.silviocerceau.com.br/especial/novidade-2/</link>
		<comments>http://blog.silviocerceau.com.br/especial/novidade-2/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Jun 2010 21:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>

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		<description><![CDATA[Já estão disponíveis, via Issuu e na íntegra, quatro de minhas obras. Os livros são fruto da iniciativa da Editora Literato e da ROL em disponibilizar obras inéditas para download de forma totalmente gratuita, através do selo Livre. Para quem não conhece, o ISSUU é uma ferramenta que melhora a leitura dos arquivos em PDF, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já estão disponíveis, via Issuu e na íntegra, quatro de minhas obras. Os livros são fruto da iniciativa da Editora Literato e da ROL em disponibilizar obras inéditas para download de forma totalmente gratuita, através do selo Livre.<br />
Para quem não conhece, o ISSUU é uma ferramenta que melhora a leitura dos arquivos em PDF, tornando-a mais próxima do paper-book (livro em papel).<br />
Para ler em tela cheia, clique no livro. Você também pode fazer download dos livros clicando <a href="http://site.silviocerceau.com.br/paraler.html">aqui</a>.</p>
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Para quem não conhece, o ISSUU é uma ferramenta que melhora a leitura dos arquivos em PDF, tornando-a mais próxima do paper-book (livro em papel).
Para ler em tela cheia, clique no livro. Você também pode fazer download dos livros clicando aqui.

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		<title>Uma situação complicada demais</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 19:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvio Cerceau</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrines Da Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele não aceitava o fim. Amou-a demais. Ambos bem sucedidos, advogados, com uma cartela de clientes importantes. O maior desafio era trabalharem juntos, isso corroía ainda mais a relação, pois Micael não conseguia separar as coisas. Tinha ciúmes de tudo. Com o tempo tornou-se um homem obsessivo e inseguro. Muitas ameaças e agressões. A amada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ele não aceitava o fim.<br />
Amou-a demais.<br />
Ambos bem sucedidos, advogados, com uma cartela de clientes importantes.<span id="more-1866"></span><br />
O maior desafio era trabalharem juntos, isso corroía ainda mais a relação, pois Micael não conseguia separar as coisas.<br />
Tinha ciúmes de tudo.<br />
Com o tempo tornou-se um homem obsessivo e inseguro.<br />
Muitas ameaças e agressões.<br />
A amada virou serva do medo.<br />
Residia sozinha num bairro vizinho ao dos pais. Filha tranquila, querida a do meio de uma prole de três.<br />
Não aguentava mais a angústia do temor, decidiu-se separar definitivamente, não tinha volta. A relação já tinha oferecido o suficiente.<br />
Com trinta anos, despertava atenções, pessoa de um carisma sem medida. Logo as pessoas criavam por ela um afeto grandioso e sincero.<br />
Micael não aceitou, de jeito nenhum, sua partida.<br />
Passou a persegui-la.<br />
Telefonava sem parar, devido ao desmanche da sociedade no escritório de advocacia, foi obrigado a  deixar o local, pelos outros sócios, mas no carro em frente o edifício passava o dia esperando-a.<br />
E o cenário da vigilância maior era em frente a casa dela.<br />
Muitas vezes descia depressa do carro e segurava-a fortemente pelo braço, sendo reprovado pelos transeuntes que passavam sem entender bem o que ocorria.<br />
Decidiu que não a deixaria livre.<br />
Não seria dele nem de ninguém.<br />
Por conhecer a lei e ser um esplêndido advogado criminal, planejou o crime com sutileza de detalhes, inclusive o álibi incontestável.<br />
Ainda tentou mais uma vez persuadi-la a voltar atrás, a amá-lo.<br />
Houve uma queda&#8230; e no começo daquela noite se amaram como nunca aconteceu antes.<br />
No entanto, após o orgasmo uma nova discussão, algo que deixou claro a impossibilidade de resgatar aquele sentimento.<br />
Micael estava desiquilibrado, perdeu a autoconfiança e viver com alguém sem esse valor é uma situação complicada demais.<br />
Ela externou palavras insensíveis, desabou toda indignação.<br />
Nunca mais foi vista.<br />
Dias e dias de procura&#8230;<br />
Dias e dias de espera.<br />
Algumas semanas depois fora encontrada boiando num rio da cidade.</p>
<form id="vozme_form_f7ff86480893d9037f96fe2c5e31ee4b" method="post" name="vozme_form_f7ff86480893d9037f96fe2c5e31ee4b" target="f7ff86480893d9037f96fe2c5e31ee4b" action="http://vozme.com/text2voice.php"><input name="text" type="hidden" value="Uma situação complicada demais.. Ele não aceitava o fim.
Amou-a demais.
Ambos bem sucedidos, advogados, com uma cartela de clientes importantes.
O maior desafio era trabalharem juntos, isso corroía ainda mais a relação, pois Micael não conseguia separar as coisas.
Tinha ciúmes de tudo.
Com o tempo tornou-se um homem obsessivo e inseguro.
Muitas ameaças e agressões.
A amada virou serva do medo.
Residia sozinha num bairro vizinho ao dos pais. Filha tranquila, querida a do meio de uma prole de três.
Não aguentava mais a angústia do temor, decidiu-se separar definitivamente, não tinha volta. A relação já tinha oferecido o suficiente.
Com trinta anos, despertava atenções, pessoa de um carisma sem medida. Logo as pessoas criavam por ela um afeto grandioso e sincero.
Micael não aceitou, de jeito nenhum, sua partida.
Passou a persegui-la.
Telefonava sem parar, devido ao desmanche da sociedade no escritório de advocacia, foi obrigado a  deixar o local, pelos outros sócios, mas no carro em frente o edifício passava o dia esperando-a.
E o cenário da vigilância maior era em frente a casa dela.
Muitas vezes descia depressa do carro e segurava-a fortemente pelo braço, sendo reprovado pelos transeuntes que passavam sem entender bem o que ocorria.
Decidiu que não a deixaria livre.
Não seria dele nem de ninguém.
Por conhecer a lei e ser um esplêndido advogado criminal, planejou o crime com sutileza de detalhes, inclusive o álibi incontestável.
Ainda tentou mais uma vez persuadi-la a voltar atrás, a amá-lo.
Houve uma queda&#8230; e no começo daquela noite se amaram como nunca aconteceu antes.
No entanto, após o orgasmo uma nova discussão, algo que deixou claro a impossibilidade de resgatar aquele sentimento.
Micael estava desiquilibrado, perdeu a autoconfiança e viver com alguém sem esse valor é uma situação complicada demais.
Ela externou palavras insensíveis, desabou toda indignação.
Nunca mais foi vista.
Dias e dias de procura&#8230;
Dias e dias de espera.
Algumas semanas depois fora encontrada boiando num rio da cidade.
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